lkkk
lkjhg
![]() Este senhor ensinou-me música; ensinou-me a ler; a escrever; a amar; a procurar; a apreciar as viagens nos autocarros da National Express como ninguém... Foi-me apresentado pelo meu amigo Rui Maia, muito muito antes dos X-Wife, nos tempos da secundária e das compilações em cassete. Neil Hannon. Que é como quem diz The Divine Comedy. Se as contas não me falham, sábado foi a sexta vez que o vi ao vivo. Desta vez foi diferente, sem orquestra nem sequer a banda habitual, apenas aquele irlandês franzino com ar de quem lê demasiado – não, ele apenas lê muito, nunca demasiado – e vê ainda mais filmes, um piano, uma guitarra e um copo de vinho. Ali, a alguns centímetros, um dos melhores compositores da actualidade. O meu amigo Neil. Etiquetas: música, the divine comedy Damon at 11:02 p.m. ![]() Descobri, por acaso, ao ouvir a NME Radio online, que há um senhor alemão que se inspira em mais do que o quotidiano para fazer música. Como acontece nestas situações, ouvi a canção, gostei do som, fui ver o título – um invulgar “If this hat is missing I have gone hunting” – e fui conquistado, ali, sem apelo nem agravo. A música dos Get Well Soon é a voz sofrida de Konstantin Gropper, a utilização consciente de diferentes instrumentos na altura certa, as letras inspiradas, a atmosfera consistentemente melancólica que rodeia todo o trabalho. “Vexations” é um grande álbum, novinho em folha. Antevejo muitas audições. ![]() Outro homem-banda é o senhor Neil Hannon. Mas este para mim já não é novidade. Há muito que deixei de esperar outra coisa que não génio dos Divine Comedy. Um erro. Apesar de continuar a classificá-los adolescentemente como “a minha banda preferida”, o novíssimo álbum, “Bang goes the Knighthood” soa a desilusão. Lá dentro existem boas canções, mas não as habituais pérolas que me fazem fechar os olhos para me concentrar na música. Nem todos os álbuns podem ser “Fin de Siècle”. O século ainda agora começou… Etiquetas: get well soon, música, o que ando a ouvir, the divine comedy Damon at 11:25 a.m.
|
outras praias
where words come together as waves, blue and beautiful, dying in the whiteness, but repeating themselves like music notes, from sunrise to sunset to sunrise again. um livro: «Saudades de Nova Iorque», de Pedro Paixão. um filme: «Memento». um disco: «King of limbs», Radiohead. |