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Gatos de Amesterdão No caminho até à capital simbólica da Holanda – perdoem-me os de Haia, roam-se de inveja os de Roterdão – não me saía da cabeça o hálito de poeta de Jacques Brel cantando-me a vida dos marinheiros de Amesterdão. «Dans le port d’Amsterdam» não cabia neste espaço uma descrição detalhada do que fazem os homens do mar holandeses, gente desse país que tem um pouco de Atlântida e que todos dizem que um dia vai mesmo ficar debaixo de água. Enquanto isso não acontece, passeei por uma cidade que sempre quis conhecer, pelos canais, pelos hábitos libertinos que não partilho mas que gostei de ver com os meus próprios olhos. É verdade que eles mantêm uma espécie animal em cativeiro, virada para as ruas, pedindo festas e outros carinhos. O distrito da Luz Vermelha é por demais conhecido pelo à-vontade com que oferece toda a variedade de exemplares humanos, do sexo feminino. Um sentido de humor perverso e de gosto discutível podia apontar no sentido do trocadilho com o título. Mas não é essa a intenção. (ler resto aqui) Etiquetas: vida animal Damon at 6:37 da tarde
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outras praias
where words come together as waves, blue and beautiful, dying in the whiteness, but repeating themselves like music notes, from sunrise to sunset to sunrise again. um livro: «Saudades de Nova Iorque», de Pedro Paixão. um filme: «Memento». um disco: «King of limbs», Radiohead. |